terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Ser-me-ei Rei

Declaro-me Rei de minha nação imaginária,
das terras perfeitas e perfeitos súditos.
E conclamo meu povo, minha consciência,
e minhas terras, minha superfície.

Faço da nação imaginária refúgio
aos povos perdidos,
aos indivíduos da terra esvaída,
a vossa nação partida.

E enquanto seja eu Rei dessa nação,
Ser-me-ei eternamente só,
dividido em duas partidas,
em faces, deveras, sofridas.

Um comentário:

  1. Cuidado, Du...
    O rato roeu a roupa do rei de Roma! ;)
    Adorei seus escritos... Espero que não abandone o blog como eu fiz com o meu... rs.
    Beijo!

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